segunda-feira, 12 de abril de 2010

Música elétrica acessível!!

Tornar a música elétrica portátil viável e acessível, só foi possível porque boas idéias e boa vontade andaram juntas. Quando o maior capital possível foi a criatividade e a paixão, foram precisos três anos de: pesquisa,reaprendizagem,desenhos, protótipos testes e muitas frustrações. Um bem comum manteve a idéia sustentada e modestamente o sonho se fez em novo objeto para o músico - que além do volume, pequeno ou grande, depende do ponto de vista - alinhados os devaneios e as realidades pessoais de seus empreendedores, para benefíciar a todos que se colocarem em seu alcance, principalmente sonoro!!!




Seu timbre, sua galera, sua música, seu instrumento... 




domingo, 11 de abril de 2010

Muitas possibilidades em um objeto tão pequeno...














Podemos começar com a pré amplificação. A SAÍDA do mini amp permite que ele seja usado como pré amplificador, portanto você pode somar o timbre nerVoso a outros equipamentos. É possível plugar seu instrumento ou microfone diretamente na ENTRADA e então plugar um cabo na SAÍDA do nerVoso até um amplificador maior, ou para a mesa de som.


No entanto, seu portátil não vai querer ficar estático, imóvel para sempre. Seu design sedutor, pendurado a tira colo ou apoiado em um banco: perambular e descer do palco, tocar nas calçadas e praças... performances não parecem más idéias. O mini amp funciona com baterias 9V com boa durabilidade. Baterias recarregáveis e seus recarregadores são econômicos e fáceis de encontrar. Se for o caso, o nerVoso também pode ser usado com uma fonte na tomada.




Professores podem ter em sua sala ou levar consigo um ou dois desses amps. Uma boa dica provada nos cursos de Fernando Xavier, que atesta a utilidade e o aumento do envolvimento do aluno quando se depara com o som amplificado. Além disso, abre as portas para sua entrada neste universo com o produto tão acessível.




Com um mini amp na bolsa e um instrumento, inúmeras possibilidades se abrem. Como por exemplo, o estudo em grupo sem precisar de grandes mobilizações de equipamentos pesados e com tanta amplitude de som. Com este portátil é fácil reunir os amigos para um ensaio, estudos coletivos e muito mais em qualquer lugar. Rodinhas musicais podem ficar mais interessantes, pois seu som virá com o timbre que você quiser extrair do seu nerVoso. Mais projeção, mais qualidade, mais amigos vão te escutar... mais diversão!!

Estudar instrumentos amplificados é sempre um problema, pois todo estudante bem encaminhado conhece a importância em se escutar plugado. Também, o profissional quer sempre maturar sua "identidade elétrica", sua organicidade com os elétrons traduzidos em sons. O mini amp nerVoso plugado a um fone de ouvido envia o sinal somente ao fone. Geralmente os fones tem plug P2, então é preciso usar um adaptador P2/P10 mono, facilmente encontrado. Você escutará o timbre que você escolhe que será levado só aos seus ouvidos. Esta é uma ótima solução para o conflito músicos X vizinhos!! 

sábado, 10 de abril de 2010

Como funciona a regulagem?









As figuras a seguir são meramente ilustrativas do design e conceito originais desenvolvido por Fernando Xavier e seus parceiro em Campinas SP. Fotos e sons do projeto que já está em andamento há três anos, serão postados em breve. Enquanto isso, já é possível entender como este mini amp é simples de regular.


Visto "cara a cara" você verá dois botões e uma enorme "boca", o falante de 6". A "sobrancelha" esquerda é o botão de VOLUME e à direita está o GANHO. Quando o nerVoso esta desligado, ele tem este jeitão:













Não é preciso falar muito sobre o VOLUME, este botão gira no sentido horário e aumenta o volume com som bastante limpo, próximo ao do instrumento acústico:
















 
Quanto ao GANHO, gira no sentido anti horário. Ele satura o volume e começa a deixar o som mais rústico até certo ponto, mais rasgado ou bem distorcido, depende do grau e de como esta o VOLUME, depende do gosto do músico:











Quando VOLUME e GANHO estão no máximo, o mini amp fala com seu timbre mais apimentado, rouco, distorcido: 

Outro controle disponível, pode alterar bastante estas relações, é o ANTI FEEDBACK. O termo feedback é traduzido para o português na linguagem musical como: microfonia; aquele som, freqüentemente agudo, que ecoa inesperadamente dos amplificadores. Acontece com qualquer som, depende do casamento de equipamentos usados, suas regulagens e as disposições espaciais da fonte de captação em relação à fonte de saída.

O controle ANTI FEEDBACK integrado ao nerVoso lhe permite otimizar a relação do volume/timbre, com a possibilidade de evitar as indesejadas sobras de freqüências, as microfonias. O que significa que ele tem muitas possibilidades de timbre e pode ter boa performance em diversos instrumentos!!

Vem ai... nerVoso



sexta-feira, 9 de abril de 2010

nerVoso!!! calma, a gente explica...





A gaita é um instrumento de difícil amplificação, experiências mal sucedidas com todo tipo de equipamento são corriqueiras no histórico dos gaitistas. Um dos grandes desafios é o controle de feedbacks (microfonias), que muitas vezes faz o gaitista pautar seu timbre em um ponto limite, ate onde sua combinação de equipamentos não sofre com a microfonia. Esta imposição posta pela carência de produtos destinados a gaitistas prejudica a exploração do potencial desses equipamentos, que muitas vezes realmente não "casam" bem. Este é um fato freqüente na busca de um bom timbre em equipamentos transistorizados convencionais, plugados a microfones de gaita.

Um dos fatores que contribui para o problema é a quantidade de variáveis envolvidas em um set de amplificação, só para citar os mais importantes: amplificador, microfone, cabo, gaita e gaitista! Não há uma fórmula ideal ou um conjunto de equipamentos que conseguirá satisfazer a todos os músicos. Existem sim, receitas, manhas e referências. Por tudo isso, se diz ser de tamanha importância começar desde cedo a experienciar a amplificação, pois sim, é muito diferente da prática acústica, seja em qual for o instrumento. Tenha em mente que cada músico irá utilizar seus equipamentos prediletos, visando diferentes usos e no fim das contas o que manda é o bom manejo destas variáveis e a habilidade em transpor, ou melhor, realizar uma bem sucedida "simbiose" com seus aparatos até que consiga realizar suas expectativas sonoras.

A experiência musical e técnica dos criadores do nerVoso colocaram seu foco em desenvolver um mini amp que pudesse driblar a problemática da alteridade dos equipamentos dos seus consumidores. Não há como saber o que será ligado ao mini amp, então a proposta se manteve a visualizar um produto que amplificasse com qualidade diversos tipos de situações musicais em que um portátil fosse necessário. Foram feitos incessantes testes, no início, principalmente com o "calcanhar de Aquiles" da amplificação, as harmônicas e seus diversos - e põe diverso nisso - microfones. 



Desde que a gaita começou a ser amplificada, a tecnologia dos microfones mudou e continua a mudar. Muitos músicos ainda buscam o bom e velho timbre baseado nos equipamentos da época de Little Walter. Do outro lado, músicos mais vanguardistas estão sempre à caça de novas formas de amplificação para obter novos timbres e fusões cronológicas. Neste vasto cenário, os microfones variam de acordo com as referências musicais que vão desde os anos 1950 e anteriores, até os dias de hoje. Existem modelos vintage reeditados destes anos dourados, alguns raros "NOS" (new old stock), outros antigos recuperados, customizados, fabricados em série, hand mades, entre outros... Os elementos da captação, a alma do microfone, também variam principalmente entre os de Cerâmica, Cristal, CM e os modernos Dinâmicos.

Para que um portátil sirva a um propósito que não apenas o de amplificar, mas também, falar do timbre do instrumentista que o toca, sem importar qual instrumento, foi preciso que o equipamento se comportasse com boa maleabilidade de ajustes. No circuito nerVoso - que abrange médias e altas impedâncias, com regulagem de volume e ganho com grandes discrepâncias timbrísticas - foi incrementada a regulagem anti feedback, que lhe conferiu mais poder neste sentido. Os incessantes testes com as diversas tecnologias, resultaram em escolhas por protótipos com os melhores desempenhos no quesito timbre, potência e adaptação a diversidade. Não espantosamente, por conta de todos recursos externos e internos, em diversos instrumentos, sob a escuta de músicos profissionais, nasceu o modelo final do nerVoso, que consegue agradar a imensa maioria dos profissionais que lhes plugam!

Sua estrutura de madeira envolve um falante de 6" - grande para um portátil - o que garante a presença de graves e um maior potencial de equalização. Já que seus controles de volume, ganho e anti feedback pronunciam altos contrastes. É possível ajustar seu nerVoso, para que tenha mais volume com menos distorção, ou então ao contrário, potencializar sua distorção. Por isso pode-se manter o volume mais alto para quem não deseja muito ganho e assim ter maior projeção com som limpo; tanto quanto, é possível aumentar os contrastes de ganho e ficar com o timbre ainda mais nerVoso! Inúmeras combinações são possíveis nos controles deste mini amp, com uma fina acuidade de ajuste de timbres não esperada de um portátil!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

De 1950 a 2010...

O desejo de tornar acessível o que o bom e velho Little Walter começou, foi o maior impulso para o desenvolvimento deste mini amp. Walter é muitas vezes citado como o "Jimmi Hendrix da gaita", por ter dado nova cara a seu instrumento, assim como fez o mestre da guitarra. Ambos músicos geniais  criaram novas estéticas para velhos sons, modernizaram suas vizinhanças e influenciam há gerações.






Conta-se que a primeira vez que a gaita foi amplificada aconteceu pelas mãos de Marion Walter Jacobs [1930(?) - 1968], o Little Walter, que foi retratado no filme de hollywood "Cadillac Records" (2009). Homem que de um insight simplório, junto com um grande empenho e musicalidade transbordante, desenvolveu algo inédito que mudou definitivamente o curso timbrístico do instrumento e do cenário musical ao qual pertencia. 

Amplificar uma gaita, não se trata apenas de usar um microfone junto ao instrumento e ponto. Walter descobriu que quando o microfone era acoplado as mãos de forma bem vedada e plugado a um amplificador, como os guitarristas já faziam, a gaita soava mais robusta, imponente e cheia de possibilidades, que foram traduzidas em uma nova linguagem, uma "nova gaita blues". Que lhe agradava tanto por de certa forma, soar com a robustes dos saxofonistas que ouviu exaustivamente na infância em jukeboxes dos arredores da Louisiana EUA, seu estado natal. Era muito diferente do som acústico das gaitas usadas por cantores que revezavam o microfone vocal ligado a aparelhagem de som da casa. 


O segredo daquele novo som estava apoiado na forma de tocar a la Little Walter, somado ao set que o mestre sugeriu, microfone na mão plugado a um amplificador que na época era valvulado. Seu sotaque está presente em uma vastidão de gaitistas que perpetuaram, desenvolveram e modificaram a amplificação da gaita. 


Walter deixou uma preciosa herança que se desenvolveu, tomou novas formas e ainda assim continua seduzindo quando é feito exatamente como o mestre nos ensinou. No entanto, quando foi lançada a idéia estes amplificadores eram valvulados, portanto, as gravações deste e de tantos outros ídolos da época e posteriores tiveram seu timbre registrado usando o clássico set do gaitista de blues dos anos 1950: microfone bullet (com forma de bala bélica) ou convencional, na mão do músico e plugado a um amplificador valvulado. Infelizmente muitos gaitistas não chegam a conhecer as maravilhas da gaita amplificada, pois o valor dos equipamentos reeditados dos velhos tempos pode chegar aos quatro dígitos facilmente.

Na visão dos criadores do nerVoso, a solução para a popularização e expansão da cultura da gaita amplificada está no pequeno equipamento, um bem humorado mini amp que pode simular som de valvulados. Seu circuito original visa grandes variações de timbre, testados em variados instrumentos musicais além das harmônicas, por diversos músicos profissionais, que consideraram a meta bem sucedida, pois de modo geral, os músicos que experimentaram o nerVoso conseguiram chegar a um resultado que lhes satisfizesse, pois o circuito foi projetado para grandes contrastes de timbre. 


Design e som caminharam juntos no seu desenvolvimento: suas bordas arredondadas, abertura circular para o falante, a pintura em preto fosco e o LED interno que brilha como uma válvula, dizem do bom desempenho do equipamento ao soar vintage, mais cru e grave com uma distorção agradavelmente aveludada. Enquanto seus ousados botões falam da sua capacidade de alcançar timbres mais modernos, com distorções agressivas. Suas dimensões lhe conferem portabilidade sem que seja preciso usar um micro falante, o que poderia deixar o som a desejar. O circuito original ligado ao falante de 6" polegadas, na caixa de madeira, permite que o nerVoso satisfaça a vital necessidade de freqüências mais graves. 

O nerVoso pode ser útil em diversas situações musicais. Como tem saída, pode ser usado como pré-amplificador ou como acessório para performances fora do palco, gravações, para professores e estudantes... Se não quiser incomodar os vizinhos, pois o "cara" fala alto, pode usá-lo com seu fone de ouvido! Como é super portátil, cabe em uma mochila pequena ou pode ser posto a tiracolo com uma correia convencional. Você pode levar para viagens, eventos, luais na praia??? Sim!!! Ele funciona a bateria 9V também!!!


Logo a gente conta mais sobre o nerVoso...




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